FIA REAFIRMA que MOTOR da Scuderia FERRARI é LEGAL
Por Sérgio Siverly em 03/11/2019, às 10h25

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A Red Bull suspeita que o time está usando um dispositivo para enganar o sensor do fluxo de combustível.
A FIA respondeu as perguntas da Red Bull sobre um possível sistema no fluxo de combustível da Ferrari que permitiria ao motor italiano entregar uma potência extra em certas condições. O inquérito da Red Bull foi destinado à FIA para clarificar a legalidade do complexo sistema da unidade de potência do time de Maranello. Em termos simples, o esquema que teria sido descoberto pela Red Bull permitiria um aumento do fluxo de combustível enquanto manteria as medições dentro do requerido ao usar pulsos eletrônicos para enganar os sensores.
Nikolas Tombazis, o diretor técnico da FIA, desmentiu o alegado pela Red Bull e usou a oportunidade para fazer um comunicado à todas as equipes da F1. 🗣️“5.10.3: Todos os carros devem ter um único sensor de fluxo de combustível, totalmente dentro do tanque, que é fabricado pelo fornecedor com uma especificação determinada pela FIA.” 🗣️“Este sensor só pode ser usado com a especificação da FIA. Além do mais, todo o combustível deve passar através deste sensor homologado que deve ser usado na câmara de combustão através dos injetores descritos pelo artigo 5.10.2.”
🗣️“5.10.5: Qualquer dispositivo, sistema ou procedimento com o propósito ou efeito de aumentar o fluxo de combustível ou armazenar e reciclar combustível após o ponto de medição é proibido.” A clarificação da FIA não recebeu respostas e o diretor da Scuderia Ferrari, Mattia Binotto, continua transparente com as suspeitas das outras equipes, encorajando a FIA a oferecer mais esclarecimentos sempre que possível.

O menino que ficava em frente da TV com um prato fingindo ser um piloto de F1 nos anos 1990 e o cabeça de gasolina por trás do BOTECO F1.

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