RUSSELL lamenta PIOR ERRO da CARREIRA em ÍMOLA
Piloto perdeu o carro sozinho enquanto era o décimo colocado no GP da Emília-Romagna.
Por Sérgio Siverly em 02/11, às 14h39

George Russell cometeu um daqueles erros que costumam marcar a carreira de um piloto: durante um período de Safety Car, o jovem de 22 anos perdeu o controle de sua Williams, bateu na descida da curva Acqua Minerale em Ímola, abandonando assim, o GP da Emília-Romagna na volta 53 enquanto era o 10º colocado, dentro da zona de pontuação.

🗣”É definitivamente o maior erro que já cometi em minha carreira. Eu estava me esforçando muito desde o início. Com o Safety Car, eu estava tentando de tudo para manter os pneus aquecidos. Realmente tentando encontrar o limite”, disse Russell após o seu abandono.

🗣”Não existem desculpas. Eu passei por uma pequena ondulação enquanto estava mudando marcha e já estava no muro antes de conseguir me salvar. É absolutamente difícil”.



O que deixa o sentimento pior é que Russell ainda não pontuou em sua carreira na F1 e pode ter jogado uma boa chance para conquistar o seu primeiro ponto e também o primeiro ponto da Williams na temporada.

🗣”Estou me chutando ainda mais porque antigamente nas categorias de base, se eu cometesse um erro e por exemplo, perdesse uma corrida, eu sabia que poderia partir para a seguinte com chances de me recuperar”.

🗣”Acho que o time fez um trabalho incrível neste final de semana. Existem muitas coisas que foram positivas que nos colocaram nessa posição”.



Russell estava com pneus duros que já duravam 40 voltas, enquanto Kimi Raikkonen tinha acabado de parar para colocar pneus macios novos. Apesar do cenário complicado, o piloto da Williams acredita que teria conseguido segurar Raikkonen.

🗣”Nós configuramos o carro para ter uma boa velocidade de reta neste final de semana. Eu sabia que seria muito difícil segurar o Kimi. É por isso que estava me esforçando porque eu vi a temperatura do pneu caindo e ele estava com pneus novos e aquecidos”.

🗣”Acho que conseguiríamos segurá-lo. Acho que tínhamos uma vantagem de ritmo na reta que poderia nos ajudar. Seria muito, muito complicado, mas eu acredito que poderia ter dado certo”.

Sérgio Siverly
O menino que ficava em frente da TV com um prato fingindo ser um piloto de F1 nos anos 1990 e o cabeça de gasolina por trás do BOTECO F1.

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